Troquei a Marcha pela Parada
Aconteceu domingo passado. No caminho de volta para casa, eu e minha esposa nos olhamos e de alguma forma entendemos que, se nada mudar, no próximo ano estaríamos de volta a Parada do Orgulho GLBT, e bem longe da Marcha para Jesus. Não que eu esteja esperando ansiosamente pela Parada ou algo assim, mas se ela acontecer no próximo ano, vou me esforçar para estar lá, e quem sabe para oferecer bem mais do que puda nesta última.
Também não sou totalmente contra a Marcha. Foi numa Marcha que minha esposa me achou estranho pela primeira vez. E foi numa Marcha que eu comecei a perceber também como uma multidão de pessoas, que se dizem cristãs, andando por famosas avenidas de uma megalópole, se torna uma grande oportunidade para poucas pessoas satisfazerem vontades egoístas quando “agraciadas” pelo dom divino do microfone. Portanto, a experiência foi boa.
Aceitei um convite do Jota para ir até a Parada e ajudar o pessoal da SexxxChurch a distribuir um kit que acompanhava um copo d’água e um pouco de amor para as pessoas que estivessem por lá. Para enxergar a Luz é preciso ter coragem de abrir os olhos, e ter os olhos abertos é enxergar aquilo que muitos não querem ver. Mais uma vez fui levado por Deus a entender o que ele já havia me dito várias vezes antes. Que a minha obediência a Palavra, vale muito mais que qualquer música que eu cante ao final de uma caminhada de algumas horas.
Me chamou a atenção o grande envolvimento de heterossexuais na Parada Gay. O mesmo não acontece com os não-cristãos em relação à Marcha. Me leva a pensar no quanto os cristãos por trás da Marcha deixaram de aprender com o restante da criação enquanto se enjaulavam e rotulavam “sacro” ou “impuro” aquilo tudo o que Deus criou. “Jesus ama a todos”, não é mesmo?
Está na hora de a Marcha dar uma Parada.
Evangélicas na Playboy
Encontrei via Verticontes a gravação de um engraçado bate-papo com o pessoal do Zona da Reforma. O assunto em questão envolvia pornografia, mulheres evangélicas, sensualidade e arte. Vale a pena espiar.
Cristão Sai do Armário?
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“Já tem um bom tempo. Eu estou em um lugar onde estou em paz com minha fé, amigos, família e, o mais importante, comigo. Eu sei que isto ira encerrar minha carreira na televisão cristã, mas eu devo agora viver minha vida abertamente e honestamente com todos. Esta é a minha razão para fazer isto.”
Por um ano e meio, Azariah Southworth ancora e produz o programa The Remix da JCTV onde já apresentou artistas do primeiro time de bandas cristãs como Jars of Clay, Avalon, Superchick, Building 429 e Rachael Lampa. O programa pode ser assistido por mais de 128 milhões de lares no mundo todo e tem média de 200 mil espectadores por semana.
"Eu sei que serei vetado por muitos de dentro da comunidade cristã, e se isso acontecer, então eles não pegaram a idéia da vida de Cristo."
Oportunidade ou Oportunismo?
Pode haver cristão sem igreja?
“Se não fosse nescessário a frequência na igreja, Deus não teria mandado Moisés
construir o Tabernáculo. É portanto nescessário sim. Na igreja é que se louva á
Deus e temos comunhão com outros irmãos e principalmente damos dízimos e
participamos da Santa Ceia sem a qual não temos parte com Deus.”
Texto retirado da comunidade Igreja Emergente no Orkut em resposta a pergunta “Você frequenta alguma igreja?”.
Acho essa frase um belo exemplo de como existem cristãos que não conhecem a Palavra. Baseados nessa frase, poderiamos dizer que nossa missão no mundo é construir tabernáculos, louvar a Deus e ter comunhão com nossos irmãos apenas dentro deles, e “principalmente” darmos dízimos e participarmos da Santa Ceia, porque sem ela nada nos faria chegar até Deus.
É triste dizer, mas tem muita gente cumprindo essa missão.








