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Sem Tabaco

Toda a blogosfera tem destacado o fato de hoje ser o Dia Mundial Sem Tabaco.

Já postei anteriormente sobre isso, e retomo o assunto hoje e, pra começar, o art. 2º da lei federal 9.294 de 1996 traz algumas coisas interessantes para quem quer saber onde pode ou não pode fumar, ativa ou passivamente. Ela é bastante útil para quem não aguenta a fumaça em bares, restaurantes e ambientes fechados que costuma frequentar.

O blog Homens Modernos postou uma série de links úteis que eu vou tentar reproduzí=los neste post.

Nem preciso dizer que fumar faz mal para a saúde de quem fuma, de quem está perto de quem fuma e do planeta. Ou seja, fumar faz mal a todo mundo, fumante ou não.

Mas se você ainda nã está cpnvencido disso, o site da Fiocruz traz um pouco mais sobre as substâncias que um cigarro contém, seus efeitos e consequências e também alguns métodos para combater o vício. O Drauzio Varella também fala um pouco sobre o assunto. Na Veja você encontra imagens do estrago que o fumo faz e também confere relatos do antes e depois do cigarro na vida destas pessoas. O G1 traz também as novas imagens que irão estampar as embalagens de cigarro.

Pra quem esta na luta para se ver livre do cigarro, parar de fumar, e ver uma significativa melhora na qualidade de vida, o Terra dá algumas dicas. porém, vale embrar que, força de vontade, somada ao companheirismo de algum amigo são tão bem vindos quanto um pouco de fé em Deus nesse momento. Continue tentando.

Troquei a Marcha pela Parada

Aconteceu domingo passado. No caminho de volta para casa, eu e minha esposa nos olhamos e de alguma forma entendemos que, se nada mudar, no próximo ano estaríamos de volta a Parada do Orgulho GLBT, e bem longe da Marcha para Jesus. Não que eu esteja esperando ansiosamente pela Parada ou algo assim, mas se ela acontecer no próximo ano, vou me esforçar para estar lá, e quem sabe para oferecer bem mais do que puda nesta última.

Também não sou totalmente contra a Marcha. Foi numa Marcha que minha esposa me achou estranho pela primeira vez. E foi numa Marcha que eu comecei a perceber também como uma multidão de pessoas, que se dizem cristãs, andando por famosas avenidas de uma megalópole, se torna uma grande oportunidade para poucas pessoas satisfazerem vontades egoístas quando “agraciadas” pelo dom divino do microfone. Portanto, a experiência foi boa.

Aceitei um convite do Jota para ir até a Parada e ajudar o pessoal da SexxxChurch a distribuir um kit que acompanhava um copo d’água e um pouco de amor para as pessoas que estivessem por lá. Para enxergar a Luz é preciso ter coragem de abrir os olhos, e ter os olhos abertos é enxergar aquilo que muitos não querem ver. Mais uma vez fui levado por Deus a entender o que ele já havia me dito várias vezes antes. Que a minha obediência a Palavra, vale muito mais que qualquer música que eu cante ao final de uma caminhada de algumas horas.

Me chamou a atenção o grande envolvimento de heterossexuais na Parada Gay. O mesmo não acontece com os não-cristãos em relação à Marcha. Me leva a pensar no quanto os cristãos por trás da Marcha deixaram de aprender com o restante da criação enquanto se enjaulavam e rotulavam “sacro” ou “impuro” aquilo tudo o que Deus criou. “Jesus ama a todos”, não é mesmo?

Está na hora de a Marcha dar uma Parada.

Evangélicas na Playboy

Encontrei via Verticontes a gravação de um engraçado bate-papo com o pessoal do Zona da Reforma. O assunto em questão envolvia pornografia, mulheres evangélicas, sensualidade e arte. Vale a pena espiar.

E dizer que fumar já foi sinônimo de sucesso, hein?

Os mais novos podem estranhar e os mais velhos talvez nem lembrem mais. Porém, a verdade é que até bem pouco tempo atrás os avioes tinham seçoes distintas para fumantes e nao fumantes. A piada é que essa divisao era simplesmente virtual. Ou seja, depois de uma determinada fileira era permitido fumar, para desespero de gente como eu, que mesmo aboletado metros a frente acabava premiado, afinal, com a fumaça do cigarro alheio.
 
O fumo nos vôos foi proibido, depois o mesmo ocorreu nos shoppings e uma lei nacional agora pretende bani-lo de todo e qualquer lugar fechado, com o objetivo de proteger o chamado fumante passivo, ou seja, o sujeito que aspira a fumaça mesmo sem ter um cigarro na boca. O mais curioso, na minha opiniao, é que os fumantes brasileiros em peso (80%) sao contra o fumo em locais fechados. E a maioria da populaçao (68%) apóia a nova lei. Isso pelo menos é o que conta uma pesquisa realizada pelo Datafolha, a pedido da ACT – Aliança de Controle do Tabagismo, com quase 2 mil pessoas ouvidas em todo o país. Isso significa que as associaçoes negativas sobre o cigarro se consolidaram, mesmo entre os tabagistas.
 
Por que será que o cigarro perdeu parte considerável do poder que ostentou durante tanto tempo? Alguns dirao que foi culpa do movimento pela vida saudável, que atingiu em cheio a geraçao que hoje anda na casa dos 30 e poucos anos. Outros apontarao as campanhas educativas do Governo e de organizaçoes nao governamentais. Para mim, além desses 2 fatores, as duras restriçoes as campanhas publicitárias de cigarros em vários países, entre eles o Brasil, tem importantíssima responsabilidade na queda do status representado por um cigarro na boca e círculos de fumaça no ar. Afinal, houve um tempo, em um passado nao muito distante, em que fumar era sinônimo de sucesso, representava um raro prazer e era considerada uma decisao inteligente. Havia até um paraíso específico para os fumantes, uma espécie de shangrilá do tabaco, chamada Terra de Marlboro. A partir do banimento da propaganda de cigarro, estes ícones ficaram restritos a memória dos mais velhos e parecem condenados ao esquecimento.
 
A mudança de atitude de muitos consumidores levou a indústria do entretenimento a também rever seus conceitos e restringir o consumo de cigarros em séries de TV e filmes de cinema. O que por sua vez agravou o problema e deixou o tabaco mais fora da moda ainda. O resultado é que o jogo virou – se antes eram os nao fumantes que precisavam escapar da fumaça onipresente, agora sao os fumantes que precisam encontrar lugares para exercer o vício. Relembrar esses fatos me parece importante, agora que algo semelhante pode ocorrer com a propaganda de bebidas alcoólicas. É claro que uma pessoa alcoolizada nao joga fumaça sobre outras. Mas pode jogar coisas bem piores.
 
Fonte: BlueBus

Revel@dos pela WEB

Ela só precisou de um violão para ficar famosa. Depois de colocar sua primeira música no site MySpace, composta por ela e gravada na sua própria casa em dezembro do ano passado, Mallu Magalhães se tornou uma referência no cenário nacional de rock alternativo. Em apenas três meses, a garota de 15 anos e quatro canções já estava na agenda de festivais de música independente de São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Desde então, não pára de receber ligações de gravadoras que batalham contratos de exclusividade. Na última semana de abril, a jovem consolidou seu sucesso repentino. Mallu foi uma das atrações da Virada Cultural, festival gratuito anual na capital paulista, que reuniu 3,5 milhões de pessoas neste ano. “É maravilhoso poder cantar para uma multidão a céu aberto”, diz a menina, de voz doce e atitude madura, que desde os cinco anos ouve Beatles e Led Zeppelin, tocados no violão ou assobiados pelo seu pai, um engenheiro apaixonado por música. “Meus pais me apóiam muito e entendem que às vezes preciso faltar às aulas para ensaiar”, diz Mallu, que passa cerca de seis horas por dia nas lojas à procura de CDs raros e, no resto do tempo livre, pesquisa na internet sobre artistas de canções folk.

Histórias semelhantes à de Mallu pipocam pelo Brasil. Nem em seus mais distantes sonhos a paulista Laura Neiva, 14 anos, que nunca fez aulas de teatro, imaginava receber um papel importante no filme À deriva, de Heitor Dhalia, diretor do longa O cheiro do ralo. Através de uma despretensiosa página no Orkut, a menina foi localizada pela equipe de produção do filme em setembro do ano passado e convidada para testes. “Achei uma loucura. Como alguém podia achar que eu aceitaria um convite feito pela internet?”, conta a garota. Numa coincidência do destino, uma das suas amigas conhecia um professor de teatro que reconheceu a pessoa que deixou o recado no Orkut. Três meses depois, Laura aceitou o convite. Após três dias de oficina de teatro, ela esbanjou talento e ganhou o papel de filha da atriz Débora Bloch com o ator francês Vincent Cassel. “Ela superou as nossas expectativas. Procurávamos apenas uma menina bonita, desconhecida do público. Achamos mais do que isso. Uma futura grande atriz”, garante Chico Acioly, preparador de elenco do filme.

A indústria cultural precisa se reciclar e apresentar “caras novas” ao mercado todos os anos, o que fomenta uma rede de “olheiros” (caçadores de talentos), ávidos por novas possibilidades de investimento. São profissionais que navegam diariamente por sites, blogs, fotologs e comunidades em busca de artistas desconhecidos. “A gente está sempre de olho no que rola pela internet, e usa como critério o que é bem feito e o que pode render um retorno do público”, afirma Luiz Pimentel, gerente de conteúdo do MySpace Brasil. A internet, vista no passado como uma ameaça às gravadoras, se tornou parceira das empresas. “A rede virtual facilita a divulgação de produtos e o encontro de novos talentos, além de democratizar a comunicação com o público”, opina Marcelo Soares, diretor de novos negócios da Som Livre.

Com a rede, a resposta do mercado é rápida e pode surpreender até mesmo os mais talentosos. Fechar contratos com grandes empresas e fornecer conteúdos para sites de marcas consolidadas não estava nos planos de André Czarnobai, 28 anos, quando ele estudava jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Durante uma greve da faculdade em 1997, ele decidiu se comunicar com os amigos via e-mail através de um tipo de publicação informal de baixo custo, conhecida entre jornalistas como fanzine. Os textos agradaram tanto que, em quatro meses, André e oito colaboradores transformaram o fanzine na revista eletrônica Cardosonline, em homenagem ao apelido que o autor tinha na faculdade. Em 2001, a revista tinha cinco mil assinantes e mais de 300 colaboradores. Em 2002, o jovem inquieto descobriu o mundo dos blogs e, desde então, percebeu que as suas idéias poderiam render bons contratos.

O sucesso dos seus textos humorísticos, que mesclam ficção e realidade em narrativas literárias, levou uma editora gaúcha a propor a compilação dos contos num livro. Em 2005, foi publicada a obra Tavernas e concubinas, que levou Czarnobai a fechar parcerias com agências de publicidade no Brasil, México, na Colômbia e Argentina. Há um mês produziu um documentário para a GNT, presta “consultoria criativa” para o mercado audiovisual e já prepara um novo blog. “Sempre procurei fazer tudo por conta própria em vias alternativas, sem esperar que as coisas aconteçam”, comenta. Com tantos bons exemplos de sucesso e possibilidades no mercado, cabe aos novos artistas usar, e abusar, da internet. É de graça e funciona.

Fonte: Terra/IstoÉ

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