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Como evitar conversas incômodas sobre religião

“Há um momento e um lugar para tudo debaixo do sol, inclusive para discussões sobre religião. Se você é religioso ou não, se alguém estiver tentando te envolver em uma conversa, ou talvez em um argumento, a respeito de religião ou de moralidade, mas o momento e a situação são inadequados e incômodos, este artigo irá lhe ajudar a encontrar uma maneira evitar um debate aquecido da forma mais polida possível.”

É assim que começa o artigo (em inglês) do Wikihow sobre Como evitar conversas incômodas sobre religião. A seguir, algumas das melhores dicas do artigo.

  • Resista ao impulso de discutir. É difícil ignorar uma questão que pareça completamente ignorante e infundada, e você provavelmente terá o impulso de corrigir a pessoa. Ao invés disso, sorria e diga “interessante…”
  • Mude de assunto. Pergunte sobre as crianças, a saúde, o trabalho. Faça uma piada com o assunto. Por exemplo, “Religião? Não, eu não vi esse filme”.
  • Arrume uma desculpa para sair. Peça licença para usar o banheiro, ou cumprimente uma pessoa que acabou de chegar, ou minta dizendo que o seu celular está tocando no silencioso. Olhe para o celular e finja que é alguém importante e que você precisa retornar esta ligação. Entretanto, não retornar após a ligação pode parecer rude, e isto pode motivar a outra pessoa a querer “iluminá-lo” ainda mais.

Atenção: Levar uma pessoa tagarela e persistente a acreditar que você está concordando com ela apenas para que ela se cale, irá apenas encorajá-la a que ela te procure mais vezes para conversar sobre o assunto. Se você os deixar pensar que está de acordo com eles, eles poderão conferir de tempos em tempos para ver se você está na mesma página.

Outra cidade? Outra Igreja?

Me chamou atenção a capa do jornal Metro que recebi hoje num semáforo em São Paulo. A manchete era: Movimento quer fazer de SP uma outra cidade.

A matéria fala a respeito de uma iniciativa conjunta entre ONGs e empresas para uma rigorosa fiscalização sobre a ação de vereadores e do poder Executivo. O movimento pretende lutar pela melhoria da qualidade de vida da capital paulista. O nome? Nossa São Paulo: Outra Cidade.

A iniciativa não é novidade. Outras grandes cidades no mundo como Nova York e Barcelona já viveram iniciativas semelhantes, porém o maior modelo é a cidade de Bogotá, graças a semelhanças culturais, sociais e à proximidade geográfica.

Definido como movimento apartidário, a partir de uma pesquisa com a população e de indicadores de qualidade de vida na cidade, o movimento quer comprometer a administração de São Paulo com um plano de metas para a cidade. Em Bogotá, por exemplo, chegou-se a criar uma lei que obriga o prefeito a cumprir seu programa de governo.

Na pesquisa realizada com a população paulistana, a cidade destacasse positivamente pela sua agitação, por “nunca dormir” e pela sua diversidade, já negativamente os destaques são a violência, a desigualdade e o trânsito.

O sitio www.nossasaopaulo.org.br tem mais informações sobre o movimento.

Será que chegou a hora da virada? Enxergo esta uma boa oportunidade para que as pessoas se engajem em ações práticas para a melhoria da qualidade de vida de São Paulo, e oro para que as instituições religiosas da cidade apóiem este tipo de ação. Quem sabe isso não inspira o movimento Nossa Igreja: Outra Igreja?

Cicarelli x Bento XVI

Na Rua da Consolação, em São Paulo, um frontlight da Daniela Cicarelli em campanha para a marca de lingerie Hope foi coberto com uma mensagem de boas-vindas ao Papa Bento XVI.

Virada Cultural

Procurei por algum evento cristão/gospel/evangélico/pentecostal que aconteça neste final de semana, durante a Virada Cultural, e não achei nenhum.

Alguém sabe me explicar o porque de nenhuma das bandas, grupos de dança, grupos de teatro e corais mantidas pelas igrejas cristãs de São Paulo estarem participando da Virada Cultural?

Em meio a alguns questionamentos sobre o assunto, separei alguns deles para compartilhar com vocês. Será que esses grupos encontram resistência da sociedade para se expressarem como cristãos? Ou será que esses grupos encontram resistência dos cristãos para se expressarem como sociedade? Será que os cristãos sabem o que é cultura? A Igreja deve se importar com questões culturais?

Alguém arrisca um palpite?

Em tempo…
Existe vida inteligente entre os artistas cristãos?

Será que alguém a ouve?

Ontem, dirigindo sozinho, rumo à casa da minha namorada, minha cabeça viajava e tentava encontrar soluções para uma situação que envolve uma pessoa que eu tenho aprendido a amar e sua família, quando logo após orar rapidamente por cada um dos envolvidos nesta situação, uma música começou a tocar no rádio e me chamou a atenção, primeiro pela beleza e simplicidade dos acordes (coisa de músico), depois pela autenticidade de sua letra.

Nos primeiros versos cantados pelo vocalista, percebi que se tratava de uma banda chamada Casting Crowns. Era a primeira vez que eu ouvia aquela música deles. E no pouco que pude entender com meu inglês, percebi que a música falava sobre uma menina e sobre algumas situações que ela estava vivendo.

Tive o cuidado de gravar algumas frases daquela canção na minha memória para procurar algo sobre ela na internet assim que possível.

Hoje tive uma surpresa ao buscar a letra desta música na internet e perceber o quanto Deus usa as formas mais esquisitas para dizer que está me ouvindo.

Este é um vídeo da música que eu ouvi ontem.

E aqui a letra da música e a minha tradução.

Does Anybody Hear Her
She is running
A hundred miles an hour in the wrong direction
She is trying
But the canyon’s ever widening
In the depths of her cold heart
So she sets out on another misadventure just to find
She’s another two years older
And she’s three more steps behindDoes anybody hear her? Can anybody see?
Or does anybody even know she’s going down today
Under the shadow of our steeple
With all the lost and lonely people
Searching for the hope that’s tucked away in you and me
Does anybody hear her? Can anybody see?

She is yearning
For shelter and affection
That she never found at home
She is searching
For a hero to ride in
To ride in and save the day
And in walks her prince charming
And he knows just what to say
Momentary lapse of reason
And she gives herself away

If judgment looms under every steeple
If lofty glances from lofty people
Can’t see past her scarlet letter
And we never even met her

Será que alguém a ouve?
Ela está correndo
A centenas de milhas por hora na direção errada
Ela está tentando
Mas o abismo é cada vez maior
Nas profundezas de seu coração gelado
Então ela embarca em outra aventura apenas para encontrar
Ela está dois anos mais velha
E três passos a mais para trásSerá que alguém a ouve? Pode alguém enxergar?
Ou alguém ao menos sabe que ela está caindo hoje
Sob a sombra da torre de nossa igreja
Com todas as pessoas perdidas e sozinhas
Procurando pela esperança que é arrancada de você e de mim
Será que alguém a ouve? Pode alguém enxergar?

Ela está ansiando
Por abrigo e afeição
Que ela nunca encontrou em casa
Ela está buscando
Por um herói para curtir
Pra curtir e salvar o dia
E no seu caminho um príncipe encantado
E ele sabe exatamente o que dizer
Lapso momentâneo da razão
E ela se entrega

Se juízo surge sob cada torre de igreja
Se olhares altivos de pessoas altivas
Não podem ver além de suas letras escarlates
E nós nem ao menos a conhecemos

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