A Cauda Longa

O BlueBus perguntou hoje: "Como é que Obama já conseguiu arrecadar 200 milhões via web?"
 
A campanha de Barack Obama nos EUA já arrecadou 200 milhões de dólares através de contribuições via Internet. Uma materia do The Atlantic analísa "a extraordinária máquina de fazer dinheiro" da campanha do democrata, e resume: "Se um típico evento (de arrecadação de fundos) para Gore envolvia 20 pessoas em uma sala preenchendo cheques de centenas de milhares de dólares, e um evento de Kerry reunia 2.000 pessoas num salão de hotel preenchendo cheques de milhares de dólares, temos Obama este ano reunindo 20.000 pessoas em estádios, sem pagar absolutamente nada…e então elas vão para casa e contribuem com uns poucos dólares via internet". O próprio Obama sabe como aproveitar a conexão que estabelece com seu público nos eventos, frequentemente ele pede às pessoas que peguem seus celulares e digitem um determinado número para enviarem suas informações de contato para a campanha.
 
O que eu enxergo nessa situação é uma aplicação inteligente, legal, porém de ética discutível, do conceito chamado de A Cauda Longa. Termo que tem se difundido bastante no marketing. Porém, isso não é nada novo para os que estão acostumados a acompanhar as notícias e práticas de marketing de muitos líderes religiosos por aí, não é verdade?

Troquei a Marcha pela Parada

Aconteceu domingo passado. No caminho de volta para casa, eu e minha esposa nos olhamos e de alguma forma entendemos que, se nada mudar, no próximo ano estaríamos de volta a Parada do Orgulho GLBT, e bem longe da Marcha para Jesus. Não que eu esteja esperando ansiosamente pela Parada ou algo assim, mas se ela acontecer no próximo ano, vou me esforçar para estar lá, e quem sabe para oferecer bem mais do que puda nesta última.

Também não sou totalmente contra a Marcha. Foi numa Marcha que minha esposa me achou estranho pela primeira vez. E foi numa Marcha que eu comecei a perceber também como uma multidão de pessoas, que se dizem cristãs, andando por famosas avenidas de uma megalópole, se torna uma grande oportunidade para poucas pessoas satisfazerem vontades egoístas quando “agraciadas” pelo dom divino do microfone. Portanto, a experiência foi boa.

Aceitei um convite do Jota para ir até a Parada e ajudar o pessoal da SexxxChurch a distribuir um kit que acompanhava um copo d’água e um pouco de amor para as pessoas que estivessem por lá. Para enxergar a Luz é preciso ter coragem de abrir os olhos, e ter os olhos abertos é enxergar aquilo que muitos não querem ver. Mais uma vez fui levado por Deus a entender o que ele já havia me dito várias vezes antes. Que a minha obediência a Palavra, vale muito mais que qualquer música que eu cante ao final de uma caminhada de algumas horas.

Me chamou a atenção o grande envolvimento de heterossexuais na Parada Gay. O mesmo não acontece com os não-cristãos em relação à Marcha. Me leva a pensar no quanto os cristãos por trás da Marcha deixaram de aprender com o restante da criação enquanto se enjaulavam e rotulavam “sacro” ou “impuro” aquilo tudo o que Deus criou. “Jesus ama a todos”, não é mesmo?

Está na hora de a Marcha dar uma Parada.

A Queda

No filme A Queda, uma jovem alemã relata a sua experiência como secretária ao serviço de Adolf Hitler nos últimos dias da 2ª Guerra Mundial. A narrativa autobiográfica revela, à posteriori, uma mulher que se diz profundamente enganada e manipulada pela imagem que construira do Führer como um líder simpático, cordato, educado, sensível e patriótico. Durante todo o tempo em que viveu no bunker de Berlim nunca se deu conta do facínora que estava ao seu lado e dos verdadeiros horrores por ele praticados.

No fundo, isto acontece com todo mundo pelo menos uma vez na vida.

Fonte: Mukankala

Evangélicas na Playboy

Encontrei via Verticontes a gravação de um engraçado bate-papo com o pessoal do Zona da Reforma. O assunto em questão envolvia pornografia, mulheres evangélicas, sensualidade e arte. Vale a pena espiar.

Nivelando por Baixo

"Concordo com Walcyr quando diz que alguns artistas e autores fazem tudo pela fama. Não é o meu caso, pois faço tudo por meu trabalho. Indigno é roubar, matar, atirar crianças pela janela, julgar, sem saber nada da vida da pessoa, já que nunca tive nenhuma amizade profunda com ele." – Leila Lopes, em comunicado emitido por sua assessoria de imprensa. Leila Lopes rebateu as críticas do autor de novelas Walcyr Carrasco, que afirmou achar "degradante" a participação da atriz no pornô 'Pecados e Tentações'.